À Mão e À Máquina
Adriana FreireA costura do tempo . Será Adriana Freire uma artista tecnopop?
Tudo leva a crer que sim. O seu fascínio pela máquina e pelo digital, por um lado, e a sistemática recuperação da iconografia popular, pelo outro lado, conjugam-se neste nomeação.
O titulo do livro, À mão e à máquina remete também para a tensão desta artista dividida entre plasticidades mais tecno e naturezas mais pop. Excerto de Paulo Cunha e Silva
A exposição
Sala Polivalente: No dia da inauguração, uma sardinhada e bebidas. Uma festa no meio de um estendal com música e sons de intervenção ambiente. Nada de especial a não ser para quem estiver presente. Registo o momento e exponho-o no dia seguinte, durante cerca de um mês.
Museu Imaginário: Na primeira sala há uma fotografia exposta, de um estendal. Na última sala há uma projecção em vídeo de roupa a secar ao vento, uma coreografia onde o corpo está ausente, no body.
Vitrine: Uma casa Portuguesa. Adriana Freire.
